O sangue nos laços não resiste às águas cristalinas, ou são as águas cristalinas que não resistem aos laços?
segunda-feira, 8 de outubro de 2018
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
Nem foi o inferno que parece ser, tampouco havia inocencia. Há um quê de imaginario e verdade. Lembro-me criança, das altas janelas de um casarão. Bem pouco tempo, vi uma casa simples cujas janelas nem eram altas. Criamos imagens e lembranças quando somos pequenos, outras pelo sentido, não poderiam ser criadas e por isso, devemos nos permitir voltar em nossos instantes, mas, nunca trazer deles sentimentos infelizes, pois, se nem tudo é imaginario, já não está mais presente. Assim eu faço
quarta-feira, 26 de setembro de 2018
Tereza
O muro, do tanque feito degrau, pulávamos para Tereza cuidar. Vó de nome e carinho vizinho, dos piolhos catados e Maria Chiquinhas, nenhuma voz alterada em nossa lembrança, também nunca viu desconfiada no filho, alguém que gostava demasiado de crianças.
Não raros momentos sombrios, ao ver afagos em pele inocente,que na lembrança da Tereza, seu filho dedicado, nunca o percebeu doente, perseguiu nós, crianças, por anos e anos a fio.
Quando Jaz, outras fugiram com a sorte, do algoz não tiveram a presença, e o filho de Tereza na hora da morte, do Anjo que ao inferno proclamou sentença.
E Tereza, nome de serva e mãe gentil, serviu na vida netos-crianças, aguardava o filho na morte com esperança,mas no céu ninguém falou, ela não viu.
Separado em que distante, não tão triste como pensava ser, eis que tua presença vibrante, impõe-se, incomoda pelo ser oscilante, que faz, que dita aquilo que quer, e deveras quisesse ser tão confiante, teu fraco amor vacilante, não mostra que é o que diz, e aquilo que um dia foi lindo, hoje nem existe a esperança de um amor arrancado a raiz.
segunda-feira, 17 de setembro de 2018
As vezes o medo de algo, que não sabemos delimitar a forma. Algo que esta no imaginário sem um conceito de existência, sem previsão de tempo, mas, que nos ronda as sensações e nos oprime, desalenta, cansa. Impõe a vontade de um colo, de um abraço, como a nos proteger deste algo, que está em nós mesmos.
terça-feira, 7 de agosto de 2018
Ronda o pensamento, daquilo que não sabe dizer
embaralha a alma feito ave em revoada
desequilibra sentimentos, e os aprofunda
destoa o compasso e o batimento do coração,
quem dera fosse o amor, mas, não traz inspiração
nem traz vontade de viver, nem possui emoção,
é o nada que suga tudo, é tudo que parece nada
é sorrateira e triste e de tão triste não acaba,
é a depressão
segunda-feira, 6 de agosto de 2018
Nem sempre a luz do candeeiro poderá definir a forma das sombras. Colocá-las na penumbra não ajudará a compreende-las, mas, certamente isso dará liberdade a imaginação, que talvez deturpe o seu formato. Será preciso as vezes, se eximir de conceitos predefinidos e também, de sentimentos para compreendê-las, e se ainda assim, for difícil a definição, aproxime-se, pois, quando ver sua própria sombra na mesma posição da que precisa definir, certamente irá compreendê-la.
segunda-feira, 30 de outubro de 2017
Na sala envolta por uma penumbra não faltava luz, excedia a escuridão aflita da alma, que de bela encobriu-se pela natureza orgulhosa a não permitir sua fraqueza moral em holofotes de luz. Devastada por mentira própria, desnudou alma alheia em telas pinceladas de maldade e emoldurada pelo ódio. Cercou-se então de falsas alegrias e amigos algozes a não mais distinguir onde há luz, onde há verdade. De quando em quando a memória lhe trairá o orgulho, quando se espera deste instante a voz do infinito, Pura esperança.
sexta-feira, 20 de outubro de 2017
Amizade que distante fez-se noutro dia,
quando o laço de revigorante,
num intuito degradante,
desfez-se ainda que tardia.
a razão desobedecia,
lamenta agora a amizade,
que no coração jazia.
De tempo em tempo ela se lembra
com lamento e alegria ,
que plantava naquela amizade ouro,
e arvoreceu sem fruto em pleno dia
domingo, 1 de outubro de 2017
http://www.rodrigotrespach.com/2014/07/19/promocao-leve-a-domitila-para-casa/
Ganhadora da promoção de Rodrigo Trespach
Em meus ombros carrego o amor por este país, em meu coração carrego meu amor por você. Uma luta em que o maior mal é a saudade. Não sangra, mas definha minha alma. Sobrevivo pelas lembranças dos dias em que tive você e pela certeza do seu amor.
Ganhadora da promoção de Rodrigo Trespach
Suzana Martins
Posted julho 19, 2014 at 11:35 AM:
A ganhadora foi a paulista Suzana Martins, autora da carta “Em
meus ombros carrego o amor por este país, em meu coração carrego meu
amor por você. Uma luta em que o maior mal é a saudades. Não sangra, mas
definha minha alma. Sobrevivo pelas lembranças dos dias em que tive
você e pela certeza do seu amor”.
Parabéns Suzana, você irá receber gratuitamente em casa um exemplar do livro Em meus ombros carrego o amor por este país, em meu coração carrego meu amor por você. Uma luta em que o maior mal é a saudade. Não sangra, mas definha minha alma. Sobrevivo pelas lembranças dos dias em que tive você e pela certeza do seu amor.
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