segunda-feira, 17 de setembro de 2018




As vezes o medo de algo, que não sabemos delimitar a forma. Algo que esta no imaginário sem um conceito de existência, sem previsão de tempo, mas, que nos ronda as sensações e nos oprime, desalenta, cansa. Impõe a vontade de um colo, de um abraço, como a nos proteger deste algo, que está em nós mesmos.

Nenhum comentário:

  Destaquei o infinito rudimentar  Dos tempos de outrora em que Nem os sinais arianos que me definiam. Prospera os vestígios  que não ecoam ...