sábado, 17 de agosto de 2013

Saudade

Esta saudade, sem medida, sem extensão, ocupa nosso coração e nosso pensamento. Que pudesse o tempo nos dar o gozo do retrocesso, nem que fosse por um mínuto. Mas o tempo, Senhor de todas as razões, sabe que se assim fizesse, ninguém conheceria a Sra Saudade, que faz do poeta o melhor artista.
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  • A baderna era geral, mas, mantinha-se a aparencia de uma familia unida. O tempo mostrou a desordem, de idéias e ideais. Nutria-se uma vontade de comandar a vida alheia e quem cometesse o deslize de se manifestar contra, um tumulto enorme em nome da união era prescedido. Quanta desordem unida e quanta satisfação alheia produzia. E como toda satisfação embazada em unidades de descontentamento, aos poucos ruiu. Resultou em liberdade. Reclamam perderem os laços, mas, o reclamo é porque perderam também os cabresto.

    sábado, 29 de junho de 2013

    Blog da Suzana: Caixa de Pandora

    Blog da Suzana: Caixa de Pandora
    No fulgor de mostrar força e coragem, aumentado o tom da voz grave a disfarçar o tremor. Baques e abates dos conturbados desafios da vida e as cobranças naturais que carregam o destino a cada dia reforça mais a dureza da casca, já que o interior ainda mais abatido pelos desatinos. Novos horizontes contornavam o roteiro, mas, nem mesmo as cores que prometiam um tom mais cor-de-rosa não pode decepcionar. A natureza nem sempre devolve em flores o gotejamento das águas e o calor do sol sobre as sementes. Nem mesmo a crença de que a natureza é sabia é capaz de fazer renascer que ela mesma tirou.

    domingo, 12 de agosto de 2012

    Caixa de Pandora

    Cada dia mais deparo com transformações no meu "eu" interior de modo a desagradar a mim mesma.
    Em que pese orgulhar do desprendimento de diversas coisas inúteis que antes me pareciam caras, há sentimentos que se apagam que gostaria de manter em mim mesma.
    Por mais que conheça as portas dentro do meu coração, as quais, umas podem ser abertas e outras devem  ser fechadas, o exterior teima em escancarar portas que jamais deveriam se abrir, como a caixa de pandora.
    Necessário crer na habilidade do amor e do equilíbrio, desenvolvendo-as com a mesma intensidade que os arrojos do exterior teimam afetar meus sentimentos.

    asno inteligente

    Deveras seja audivel tua inteligencia tratas aos outros como se um asno fosse

    terça-feira, 22 de maio de 2012


    Sofrem aqueles que quando pensam em meu atos pousam de si sua maldade e atribuem em mim o seu principio. Quando olhares para mim tente ver que não tenho tempo para planejar maldades, mal consigo fazer o bem que desejo a tantos.

    sexta-feira, 13 de abril de 2012

    No retrocesso de teus passos, segues agora adiante, conduzindo-te na evolução do teu espirito, pois que antes enfrentaste o orgulho e  tiraste as amarras de teus pés, quando então, envolvida, destes asas ao teu juízo. Volta refaz-te e recupera a admiração dos queridos reinando muito mais dentro de ti mesmo. Volte e renova-te no antigo caminho que te levará ao mundo dos que amam e precisam ser amados!

    Suzana

    terça-feira, 10 de janeiro de 2012

    Blog da Suzana

    Blog da Suzana
    Entregaste a tentação e não esperavas tua própria reação.
    Inadvertidos, somos eternos inadvertidos conosco mesmo,
    falta-nos o dissernimento ou conhecimento de nossa pobre alma humana
    Se  diferente fossemos, que graça teria o futuro, mesmo que imediato, da reação que supreende a nós mesmos.
    Crê no teu coração e alia-te a tua razão para seguir em frente.
    Desvirtuar de vez enquando sim, perder o caráter não!

    segunda-feira, 3 de outubro de 2011

    navegando

    Desliza pela vida navegando com equlibrio
    Sustenta-te sempre ao rumo do teu destino
    embora as raias desafiam o horizonte
    segure firme, remando contra as adversidades
    Vejo as aguas correrem pelo leito do rio. Tudo nele parece normal não fosse a intenção das aguas.

    sábado, 10 de setembro de 2011

    Sobras da caixa de Pandora

    Onde errei?

    Foi no amor e na proteção ou na pratica da liberdade com os freios da honestidade e o pulso de certos limites?

    Quando e porque perdi? Foi quando busquei meios para sobreviver ou quando fui ingenua e não visualizar que os meios não justificam os fins?

    De tudo só sobrou o que sobreviveu na caixa de pandora.

      Destaquei o infinito rudimentar  Dos tempos de outrora em que Nem os sinais arianos que me definiam. Prospera os vestígios  que não ecoam ...