terça-feira, 17 de janeiro de 2017





Desfiz de ti desde que tu aprazidas-te à irrealidade ou fantasias-te a verdade com teus próprios tons desiguais aos demais. Quisera as notas de tua língua jorrassem a melodiosa sintonia dos amantes ou a lógica pureza do bem estar; mas acostumei-me tanto com os versos desmantelados de toda poesia que quando cantas-te versos rouxinóis, não estava te ouvindo e quando percebi ser tu, já te calava.

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