segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
terça-feira, 27 de outubro de 2015
Preparo um café. A quantidade de pó e açúcar será na quantidade que desejo receber de sabor. Nossa vida é regrada naquilo que oferecemos e o quanto desejamos receber, ou ao menos o que desejamos manter junto de nós. Se nenhuma atenção dou para um amigo ou um colega de estudos ou profissão, será como o café, ralo e pouco doce. Não quer dizer que o amigo não lhe tenha em conta, mas, a distancia diminui a afinidade. Quando mantemos o contato, mesmo que minimamente, demonstramos a importância desta pessoa para conosco e certamente ela recompensará com atenção igual ou ao menos próxima daquilo que ofertamos, o que não significa que temos o direito de cobrar a intensidade, haja vista que amizade e amor não se cobra, já que cobrado não cumpre o objetivo que se persegue. Quanto de Pó de atenção e açúcar da presença você tem utilizado para seu café amigo?
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Tão próximos vivemos daqueles que a distancia parece maior.
Infinitas potencialidades que se opõe aos destinos, algumas abstratas, tênues, outras tão materiais que firmam e reafirmam as contradições do destino.
Somos meros espectadores ou senhores destes destinos?
Cumprimos as linhas destinadas ou a escrevemos, de acordo com o que o próprio destino nos ensina à experiência de nosso traçado?
Saber a resposta, talvez altere nosso modo de ser e agir, talvez!
Certo é que a ausência, fundada em orgulho que distancia corações, não é livro, nem caderno, tão pouco uma reta a ser seguida. Faz sua própria história, mas, impõe corrigi-la em outro tempo, pois, aquele que não se educa ao tempo do destino, trilhará, em outro tempo, o mesmo aprendizado
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
terça-feira, 1 de setembro de 2015
Amizade que distante fez-se noutro dia,
quando o laço de revigorante,
num intuito degradante,
desfez-se ainda que tardia.
Altiva em choro e lágrima,
a razão desobedecia,
lamenta agora a amizade,
que no coração jazia.
De tempo em tempo ela se lembra
com lamento e alegria ,
que plantava naquela amizade ouro,
e arvoreceu sem fruto em pleno dia.
domingo, 30 de agosto de 2015
sábado, 29 de agosto de 2015
terça-feira, 11 de agosto de 2015
quinta-feira, 25 de junho de 2015
segunda-feira, 25 de maio de 2015
Estava sentada conversando, aguardando o desterro da alma querida,quando ela chegou e me beijou. Não era um carinho ou um cumprimento, o ato só ocorreu para que os expectadores observassem sua educação ou mesmo simpatia. Minha educação me estancou a vontade de negar ao Judas. Diferente de Judas, beijou-me na saída. Minha educação chegou no limite, mas, antes, ela partiu. Os efeitos irão ficar para a próxima. Espero que ninguém morra.
quinta-feira, 21 de maio de 2015
segunda-feira, 4 de maio de 2015
O que espera de mim? No meu desespero compensa meus pensamentos com esperança. Porém nunca gera uma ação finita, que pode ser medida. É um ato abstrato que me move. Dá-me um passo, mas marcado ainda com a latência adormecida por aquele instante. E o que espera por mim? Suzana
Me resta a esperança de contar comigo mesma;me desvencilhar das amarras que esse estado de inércia me invade,e buscar no meu interior a força que irá me impulsionar a prosseguir,para o equilíbrio que necessito. - Raquel Figueiredo
Me resta a esperança de contar comigo mesma;me desvencilhar das amarras que esse estado de inércia me invade,e buscar no meu interior a força que irá me impulsionar a prosseguir,para o equilíbrio que necessito. - Raquel Figueiredo
sábado, 2 de maio de 2015
Até pensei que fosse eu,embora altiva nos meus princípios, ardia na culpa incompetente. Aflições e pensamentos desorganizavam minha estrutura e desabavam minhas convicções, quando nas sombras do meu desanimo refletiu em mim a tua estupidez. Revivi. Parti. Chorei também, mas os mortos são sempre os mortos.
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Senhor do Céu e das razões, é o Mestre a nos ensinar com suas inesquecíveis palavras que o Céu não tem limites. Muitas guerras virão sem que o Céu se desvie do amor e da proteção aos seus filhos, mas, necessário que eles também lutem e se desvencilhe do mal, se desvirtuando das ciladas e dos desatinos. Pobres de espirito estarão rondando a carruagem da vida. Sucumbirá quem tiver olhos para as facilidades dos destinos. Crêem no teu Deus, mas, não abandonem a oração. São tão desmedidos para a luta, mas, sucumbirão ao destino destruído que corrói por dentro. Não lancem mão da paz e da ternura de teus irmãos, todos precisam de refugio quando as chamas da guerra e quando o triunfo do mal arrefecer na própria destruição. Não te zangues com as más palavras, elas só refletem medo.
Foge à ação, quando desconsiderado o carinho de afeto inconstante, versado no obstante que assusta mais do que oferece. E na conjuntura do necessário, um passo na direção do inevitável, é interesse ou mudança. E como desenrolar esta meada, sem as pontas do saber, sobra costura, sobram linhas e há duvida do prazer.
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Se andei e não cai muita coisa tenho para ver e para ouvir. Quisesse fosse só coisas boas, mas como poderia entendê-las não fosse as dificuldades conhecer. Se posso ver e ouvir com o coração, importante agora uma oração para as bênçãos do céu a nós descer e para ajudar a entender que o mais importante na vida é ao homem e a DEUS poder crer.
quinta-feira, 23 de abril de 2015
sexta-feira, 17 de abril de 2015
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