segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Metrô e a cidade limpa

A lei da cidade limpa não é para todos?
Desde a sua publicação muitos foram os protesto sobre a nova lei que obrigou o comércio da cidade de São Paulo a arrancar placas, painéis de publicidade e todo tipo de publicação comercial adaptando-se a lei da cidade limpa.
Poucos não foram os prejuizos financeiros decorrentes desta nova lei.
Há empresas de publicidade que tiveram de cerrar suas portas por falta de clientes.
O tempo passou, a cidade ficou de visual novo, entretanto, esta lei não mexeu com o cotidiano publicitário do metrô, seja, na instalações internas como também, nos próprio vagões que circulam pela cidade.
E fazemos nossa pergunta: a lei não é para todos?
Ficamos esperando a resposta do governo municipal.

Suzana

Julinha

Vem doce criança
de olhinhos brilhantes
ilumina a vida dos pais
da vida a nossa vida

Inocencia e pura beleza
sequer balbucia alguns nomes
mas, produz alegria e esperança
é luz, é força em corpo de criança

Vem, cresça assim sorrindo
que seu sorriso contagia
celebra o ritmo da vida
viva sempre assim com alegria

Vem Julia
Que Deus a abençoe

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

O tempo e a memoria

Nem tudo que se faz para a lembrança,
pois, o tempo e a memória são passageiros

De que adianta o retrato, não há a quem mostrar, o almoço,se não há como repartir.
O tempo dispara no relógio da vida, que embora cheia de sonhos para realizar,
não são os sonhos que fidelizam o amparo e o amor da familia que ao futuro se conduz
Buscar nos sonhos o amparo futuro é idealizar na familia o amor, sem saber amar.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Quem dera pudesse flutuar
nas ondas do mar azul
pra levar aos seus ouvidos
o som do meu coração

Quem dera pudesse ainda
na imensa onda dessa paixão
navegar até aportar com alegria
nos braços do meu amor

Contudo só posso sonhar
pois para longe a paixão se foi
agora só resta lembrança
dos dias de muito amor

Marinheiro...quem dera...

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Fechou a porta e saiu.
Esqueceu o retrato dos anos que fora feliz.
Deixou o casaco que lhe aqueceu por tanto tempo e os sapatos que sustentaram tantas vezes os seus pés.
Nem lembrou do pequeno chale que abraçou nos dias frios, só levou a carteira com o dinheiro, pois, quem sabe poderá comprar tudo novo. Fechou a porta e saiu de vez.
Certeza do amanhã são como nuvens de algodão.
Tristeza e alegria, tão diferentes, caminham unidas.
Como  o futuro não se sabe se é firme e certo
melhor preencher com tudo que é possivel na vida

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

O desconcerto do Mundo

Os bons vi sempre passar

No mundo graves tormentos;

E, para mais me espantar,

Os maus vi sempre nadar

Em mar de contentamentos.

Cuidando alcançar assim

O bem tão mal ordenado,

Fui mau, mas fui castigado.

Assim que, só para mim,

Anda o mundo concertado.



Camões
Passarinho no alto da colina a piar clamando uma comida
Alertado o gavião que voou e sua direção e o comeu.

Moral da história: cuidado quando quiser chamar a atenção

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

A inconstancia de atitudes demonstra muitas vezes um desequilibrio do individuo. A constancia idem.
Nas suas edições, se pretendes atingir um objetivo, que o faça, mas, ao menos garanta atingir uma faixa de publico, pois, pode ocorrer que somente uma pessoa entenda o que escreveu, ou seja, voce mesmo.
Leitor não lê pensamentos.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

perdi um pé, senti-me manco... descobri como são lindas as minhas mãos
TWITTER
a nova onda tecnologica
alguém sabe quais os perigos que acompanham esta tecnologia?

Já estou conectada!!
Viver não é pecado


Postado por Paulo Coelho em 26 de outubro de 2009 às 00:22

O rabino Elimelekh havia feito uma bela pregação, e agora voltava para sua terra natal.

Para homenageá-lo e mostrar gratidão, os fiéis resolveram seguir a carruagem de Elimelekh até que ela saísse da cidade.

Em dado momento, o rabino parou a carruagem, pediu que o cocheiro seguisse adiante sem ele, e passou a acompanhar o povo.

“Belo exemplo de humildade”, disse um dos homens ao seu lado.

“Não existe qualquer humildade no meu gesto, mas um pouco de inteligência”, respondeu Elimelekh. “Vocês aqui fora estão fazendo exercício, cantando, bebendo vinho, confraternizando uns com os outros, arranjando novos amigos, tudo por causa de um velho rabino que veio falar sobre a arte da vida. Então, deixemos minhas teorias seguirem naquela carruagem, porque eu quero participar da ação”.

Thais.
Beleza significante.
Traz na aura o carisma de sua alma.
Criatura doce, com tonalidade infantil em corpo de mulher.
na flor do meu destino encontrei um espinho

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

A CASA

a casa é sustancia do que se precisa
é simples e necessário para abastecer as atitudes
o  inicial da vida, porto de descanso e do fraterno,
talves sem brilho mas, é vida, esta é a casa.

A fome do exagero não faz parte da casa
nem tampouco o "eu preciso" sem poder
porque mesmo podendo não é mais a casa
é tu mesmo que precisa e de quem falas.

No avanço da arquitetura da vida
com divertida cultura e festança
tudo é bom, nada falta, é divertido
mas, o recanto do descanso é na casa .

Não tem porta,  parede ou cortina
nem cadeira, sofá ou botijão
mas protege na dor que vive à vida
é a casa edificada no coração.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

  Destaquei o infinito rudimentar  Dos tempos de outrora em que Nem os sinais arianos que me definiam. Prospera os vestígios  que não ecoam ...